Agressividade: o diagnóstico na infância e suas controvérsias

Autores

  • Karin Yasmin Veloso Müller Sociedade de Psicanálise Iracy Doyle
  • Cristiana Carneiro Universidade Federal do Rio de Janeiro

DOI:

https://doi.org/10.71101/rtp.57.939

Resumo

O presente artigo tem como objetivo discutir a agressividade na infância a partir de duas diferentes abordagens: a visão dita a-teórica do DSM-5 e a visão teórica da psicanálise freudiana. Questiona sobre a centralidade da agressividade nos diagnósticos em sua relação com os possíveis ideários de normal e patológico que atravessam a infância nesses discursos. Em relação ao manual, foi realizada uma busca do radical “agress” que leva aos termos “agressividade”, “agressivo”, “agressivos” e “agressão” na sua versão virtual. Em relação à obra freudiana, foi efetuada uma leitura longitudinal da agressividade em relação aos seus principais textos. A partir desses levantamentos, o artigo conclui que ambas as abordagens oferecem ideários de infância, ainda que no manual os comportamentos ditos disfuncionais não aludam diretamente a uma teoria de desenvolvimento.

Palavras-chave: agressividade, infância, diagnóstico, psicanálise, DSM-5.

Biografia do Autor

Karin Yasmin Veloso Müller, Sociedade de Psicanálise Iracy Doyle

Mestre em Psicologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. 

Cristiana Carneiro, Universidade Federal do Rio de Janeiro

Professora Adjunta da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro.  Pós-doutora Sorbonne - Paris Diderot (2018).

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Publicado

27-03-2026

Como Citar

Müller, K. Y. V., & Carneiro, C. (2026). Agressividade: o diagnóstico na infância e suas controvérsias. Revista Tempo Psicanalítico, 57, e-939. https://doi.org/10.71101/rtp.57.939

Edição

Seção

Artigos